Após período chuvoso, riscos de dengue aumentam na Região do Oeste Baiano

Após um bom período de chuvas na região do Vale São Francisco no oeste baiano, o alerta para infestação de mosquito Aedes aegypti é evidente e requer ações que reduzam o foco do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

Nesse contexto, Agentes de Combate a Endemias do municípios de Sítio do Mato, lotados no distrito de Gameleira da Lapa, enviaram à nossa redação registros das primeiras amostras dos riscos pós-chuva, no qual já foram identificados focos do mosquito.
Os profissionais de saúde estão intensificando seus trabalhos preventivos de identificação e eliminação de criadouros do mosquito, mas destacam o papel importante da população no cuidado com o quintal, evitando empoçar água e outros objetos que possam acumular água.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, a Região já teve 120 internações, entre janeiro e outubro de 2018, derivadas das complicações da dengue. Bom Jesus da Lapa deteve o maior número de casos, seguido de Serra Dourada.

Os municípios de Paratinga e Ibotirama foram aqueles que registraram as menores internações em função dos casos de dengue.

No entanto, o Ministério da Saúde divulgou uma lista de municípios, sendo que na Bahia 255 municípios foi listado em situação de alerta com os possíveis focos do mosquito. A maioria dos municípios da região está com situação satisfatória, exceto Serra do Ramalho que foi o único a ser classificado em estado de alerta, critério utilizado pelo ministério.

O governo federal entregou no último dia 12 de dezembro cerca de mil caminhonetes para diferentes regiões do país, permitindo que estados e municípios possam acoplar os equipamentos de fumacê para ações locais, como força efetiva no combate ao mosquito. Porém, a relação de municípios beneficiados não foi divulgado, e assim não se sabe se algum município da região foi beneficiado.

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