Sítio do Mato lidera, e Bom Jesus da Lapa patina na geração de emprego da Região no Primeiro Trimestre de 2019

No 1º de Maio, Dia Mundial do Trabalhador, importante saber como está a geração de emprego na Região do Vale São Franciscano no oeste baiano. A área ainda é marcada pelo elevado desemprego, baixa geração de emprego e sub ocupação da força de trabalho nos municípios componentes da região.

No primeiro Trimestre de 2019, a região teve saldo de aproximadamente 100 novos empregos (admissões menos demissões), advindas principalmente do setor agropecuário e do comércio. Os profissionais mais demandados foram os trabalhadores da agricultura e pecuária, apontador de produção e contínuo.

O município de Sítio do Mato se destacou nos três primeiros meses do ano pelo dinamismo da agropecuária, cujo município teve um saldo geral de 21 novos postos de trabalho. Somente as contratações de trabalhadores volantes da agricultura provocaram um saldo de 15 novos empregos.

Os resultados de Serra do Ramalho foram puxados pelas demanda por trabalhadores no cultivo de algodão, agricultura e manutenção de edificações, gerando 19 novas vagas nos mesmo período.

Já o saldo de 17 empregos no município de Paratinga foram influenciadas pelas admissões de trabalhadores da área administrativa, como auxiliar de escritório e demais áreas administrativas.

No município de Ibotirama, os 16 empregos gerados vieram das contratações de serventes de obras e profissionais de almoxarifado.

A forte influência do setor de laticínio foi também responsável pelos 10 empregos gerados no município de Serra Dourada no período.

Muquém do São Francisco teve um saldo de 9 novos postos de trabalho advindos principalmente das admissões de apontador de produção e atendentes de comércio.

Padeiros, frentistas e atendentes de lojas foram os responsáveis pelo saldo positivo de 8 vagas no município de Barra neste período.

Por outro lado, surpreendentemente, o município de Bom Jesus da Lapa não teve saldo positivo no três primeiros meses de 2019. Os bons resultados da contratação de trabalhadores contínuos, da pecuária e auxiliares na produção farmacêutica não foram suficientes para cobrir as fortes demissões de vendedores do comércio varejistas, trabalhadores da fruticultura e do setor de hotelaria.

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